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Aborto espontâneo e aborto induzido

aborto
O aborto é a interrupção, provocada ou não, da gravidez pela morte do feto ou do embrião. É considerado aborto a expulsão do feto que tenha menos de 0,5 kg ou 20 semanas de gestação. Após 180 dias já é considerado um parto prematuro.
Aproximadamente 25% das gestações terminam em aborto espontâneo ou involuntário, ocorrendo geralmente no primeiro trimestre e ocasionado por distúrbios genéticos e por fatores ambientais. No segundo trimestre de gestação, o aborto espontâneo ocorre normalmente por incontinência do colo uterino, mal formação uterina, insuficiência de desenvolvimento uterino, fibroma, infecções do embrião e outros.

O aborto induzido é provocado pela mulher por meio de ingestão de medicamentos ou por métodos cirúrgicos, extraindo o feto da cavidade uterina. Há muitas discussões sobre os efeitos da interrupção da gravidez no corpo da mulher, principalmente se o método escolhido é caseiro, através de plantas, drogas, inserção de objetos não cirúrgicos que podem conduzir a uma grave infecção e inclusive levando à morte.
No Brasil, o aborto induzido só é permitido nos casos em que há riscos de vida para a gestante ou quando a gravidez é fruto de estupro. Exceto esses casos é considerado crime.
Sem entrar em temas éticos ou religiosos o aborto será sempre assunto de grandes discussões, que por um lado defendem o livre arbítrio da mulher em decidir o que fazer com seu corpo e por outro lado a interrupção de uma vida.

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Como usar a pílula do dia seguinte

Como usar a pílula do dia seguinte
Como usar a pílula do dia seguinte? Essa pergunta povoa muitas cabeças preocupadas com a noite anterior quando muitas vezes o calor da paixão fala mais alto e esquecemos  de nos prevenir.
Outras vezes, por alguma casualidade a prevenção ou pouca prevenção nos traz dúvidas e o medo de uma gravidez indesejada. Por essas e outras decidimos fazer uma matéria completa para todas as almas aflitas que não sabem muito bem como lidar com a situação e como tomar a famosa pílula do dia seguinte.
Para começar, existem dois tipos de PDS: uma que se toma em dose única, ou seja, de uma vez só e outra que deve ser ingerida duas vezes – uma após a relação sexual e a segunda 12 horas depois da mesma. Lembramos que independentemente do tipo escolhido, o medicamento tem que ser tomado em até 72 horas depois da relação.

A PDS pode ser comprada em qualquer farmácia desde que tenha receita médica. Alguns estabelecimentos acabam vendendo aos seus clientes sem autorização médica. O correto é conversar com seu ginecologista para que ele possa te prescrever o tipo mais indicado para seu caso.
Pessoas que tem algum problema sanguíneo, doença vascular ou obesidade mórbida não podem tomar a pílula, já que esta pode criar coágulos no sangue que entopem os vasos.
A pílula do dia seguinte pode provocar alteração no ciclo menstrual e no período de ovulação. Pode provocar também sensibilidade nos seios, dor de cabeça, náuseas, diarréia e vômitos. Ressaltamos que se você vomitar ou apresentar diarréia nas duas primeiras horas depois de tomar a pílula, deverá tomá-la novamente, já que os riscos de haver expulsado o medicamento são grandes.
Ao contrário do que muitas meninas pensam, A PDS não funciona como abortivo, ela só age quando a fecundação ainda não ocorreu, dificultando o encontro do espermatozóide com o ovulo.
Caso isso já tenha acontecido, ela não terá nenhum efeito. A PDS também não pode ser usada como um método anticoncepcional; ela foi desenvolvida para casos de emergência e não pode ser tomada freqüentemente, já que possui uma alta dose de hormônios.
O uso freqüente da PDS pode aumentar as chances de você engravidar, além de afetar o aparelho reprodutor. Em curto prazo bagunça completamente a produção hormonal feminina e a largo prazo pode dificultar uma futura gestação.
Ressaltamos que mesmo tomando a PDS há risco de engravidar, já que existe maior ou menos eficácia do medicamento de acordo com o tempo que o remédio for ingerido após a relação sexual.
Jamais troque a camisinha pela PDS, já que esta além de não ter sido desenvolvida para um uso continuo, não previne as doenças sexualmente transmissíveis.

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