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Grafologia

Saiba o que é e como funciona a grafologia

O "A" em forma de triângulo indica um temperamento agressivo e autoritário. Um "C" enrolado é sinal de egoísmo. O "J" com a perna sinuosa mostra uma pessoa traumatizada e rancorosa. Para quem acredita na grafologia, as letras podem revelar a alma de uma pessoa. Essa é uma verdade apregoada há seis séculos por adivinhos e videntes. Agora, ganhou ares de ciência. Grandes empresas resolveram usar a grafologia na hora de selecionar novos funcionários. O objetivo é barrar os candidatos incompetentes, preguiçosos ou desonestos. Como? Sutilezas como interrupções bruscas, torções ou inclinações acentuadas podem conter revelações inimagináveis. Basta, para isso, o grafólogo interpretar essas minúcias gráficas como indícios seguros de uma personalidade inconfiável.

 A Rede de Hotéis Othon, com 3,2 mil funcionários espalhados em 18 cidades, por exemplo, decidiu apelar para a grafologia há quatro anos. "Precisávamos contratar novos empregados para preencher cargos estratégicos. Cada função exigia uma personalidade diferente e, para encontrar a pessoa certa, consultamos um grafólogo", conta a gerente de recursos humanos da Rede Othon, Cristina Secchin. Ela admite que a grafologia foi decisiva em muitos casos. "Nossa principal exigência é honestidade. Candidatos foram barrados porque apresentaram traços de insinceridade na grafia." Segundo os grafólogos, letras retorcidas, assinaturas com letras muito diferentes do resto do texto e falta de clareza na escrita a ponto de dar margem a interpretações dúbias são indícios de falta de sinceridade.
A avaliação grafológica é realizada por empresas especializadas. A mais famosa delas é a Grafia, do psicólogo Alberto Swartzman, 41 anos, que fez Pós-Graduação em Grafologia na Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro. Espécie de guru da interpretação da escrita, Swartzman cobra R$ 100 por consulta, atende empresas e pessoas físicas e acaba de lançar um livro (Grafologia - manual prático) para quem deseja se iniciar nos mistérios da ciência de decifrar as letras. Sua clientela inclui laboratórios farmacêuticos, lojas de departamentos e companhias de seguro. No total, são mais de 50 firmas. Nenhum candidato a um posto de trabalho é obrigado a fazer o teste grafológico. As companhias precisam obter uma autorização por escrito do pretendente ao cargo para enviar o texto. Antes de responder a cada consulta, Swartzman recebe do cliente uma descrição pormenorizada das características exigidas para o preenchimento da vaga. Honestidade e sociabilidade são os itens mais valorizados.
Mas existem empresas que desejam saber detalhes sutis da personalidade do candidato ao cargo. Algumas vasculham até mesmo a opção sexual do futuro funcionário. "Para muitos empresários, o homossexualismo acaba sendo uma restrição no momento de contratar um empregado", afirma Swartzman. Nesses casos, o grafólogo lava as mãos. A particularidade não é registrada no relatório sobre o candidato. "Em geral, faço a observação diretamente ao chefe do departamento pessoal pelo telefone. A decisão final é da empresa", relata o grafólogo. Mas como detectar, sem margem de erro, a opção sexual? "Não é difícil. A grafia dos gays apresenta sinais inconfundíveis, como floreios, coqueterias e excesso de curvas. Já as lésbicas exibem ângulos pontiagudos nas letras", explica Swartzman. Em consultas para pessoas físicas, muitas vezes, o grafólogo precisa desvendar casos de adultério, como se fosse um detetive. "Uma senhora me trouxe um texto do marido para saber se estava sendo traída. Constatei que ele era, de fato, desonesto, mas não poderia garantir que era adúltero."
Segredos de alcova não interessam à Price Waterhouse, uma das mais importantes empresas de auditoria e consultoria do mundo. Mas outros aspectos da personalidade como sociabilidade, capacidade de concentração e objetividade são itens fundamentais para a avaliação de futuros empregados. "O principal item é a sociabilidade. Afinal, trabalhamos sempre em equipe", diz a psicóloga Edna Godoy, do departamento de recursos humanos da empresa. Ela admite que a grafologia pode levar a equívocos, caso seja utilizada de modo inadequado. "Para não cometer a injustiça de recusar um candidato por dados puramente subjetivos, associamos a grafologia a outros testes. Na realidade, o modo como o candidato escreve fornece subsídios para validar outras informações obtidas ao longo do processo seletivo."
Essa cautela é necessária. Entre os psicanalistas, a grafologia é vista com restrições. "A fala é muito mais importante porque revela atos falhos. A grafia mostra apenas o temperamento, não a personalidade", analisa a psicanalista carioca Regina Taccola. "A grafologia funciona apenas como ponto de partida. Definir a personalidade humana pela grafia é pretensioso demais", reforça Marlene Dias da Silva, da Sociedade Brasileira de Psicanálise. De fato, nada é tão simples como parece. Uma letra ascendente que, para o grafologista, sinaliza ambição desmedida, por exemplo, pode representar um disfarce para um complexo de inferioridade, segundo a interpretação do psicanalista. "Na realidade, nada substitui a entrevista com o candidato a um posto de trabalho. As empresas apelam para a grafologia para economizar tempo. O perigo é estabelecer um diagnóstico simplista e precipitado", adverte Raquel Zeidel, também da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
A grafologia tem origem curiosa. Ela nasceu no confessionário de uma igreja na Espanha, no século XIV. O rabino Samuel Hangid costumava aconselhar os fiéis depois de analisar o modo como eles escreviam bilhetes. Dois séculos depois, médicos espanhóis e italianos começaram a fazer uma comparação entre a grafia e o caráter. Surgiram as primeiras tentativas de estabelecer regras de análise da escrita. A história começou a ficar séria mesmo quando surgiu a primeira escola de grafologia, em Paris, no século XIX. Depois disso, os grafólogos incorporaram conceitos de Freud e Jung para interpretar o inconsciente por meio da análise da grafia. Há casos em que não é difícil perceber uma ambição sem freios. Nas cartas que o sequestrador Leonardo Pareja - que liderou uma rebelião no presídio de Aparecida de Goiânia, em Goiás - escreveu à polícia, a letra "M" aparece com as pernas reforçadas para baixo, o que indicaria forte atração por dinheiro, afirmam os grafólogos.
Nem sempre uma letra bonita é sinônimo de personalidade harmônica e bem resolvida. Os especialistas dizem que a beleza do traço tem valor estético, mas não diz muito sobre o caráter. A caligrafia ilegível, no entanto, demonstra com certeza que a pessoa tem dificuldades de se comunicar com os outros. Seria um indício de inadaptação ou mesmo sentimento de inferioridade. Em contrapartida, quem escreve com excessiva clareza, fazendo questão de sublinhar seguidamente as palavras, pode no fundo esconder uma carência afetiva. O certo é que a falta de acentuação e pontuação corretas caracteriza uma personalidade negligente.
A análise da grafia de políticos também pode ser esclarecedora. Nesses casos, o melhor é atentar para a assinatura. Especialmente se o político é dado a escrever bilhetinhos, como o ex-presidente Jânio Quadros. Seus recados para assessores, com recomendações, críticas e elogios, foram sua marca registrada. O detalhe que chamou a atenção dos grafólogos foi a mania que Jânio tinha de arrematar a assinatura com um ponto final. Os especialistas dizem que isso é sinal de autoritarismo. Mas indica ainda que Jânio era uma pessoa desconfiada e tinha obsessão em ser perfeito. Quando se debruçaram sobre a assinatura do ex-presidente Fernando Collor, os estudiosos notaram que ele fazia questão de realçar o sobrenome. Para os especialistas em grafologia, isso é indicativo certo de vaidade e orgulho.

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Alguns exemplos do que não se deve perguntar numa entrevista de emprego

Responder com rapidez e segurança a todas as questões que nos são feitas, nem sempre é suficiente para "impressionar" o entrevistador. Mas é preciso ter muito cuidado quando decidimos ter um papel mais "ativo" neste processo, pois há perguntas que não devem mesmo ser feitas ou, pelo menos, que devem ser feitas mais tarde.
Para facilitar, selecionamos uma lista de questões que não deverá fazer durante uma entrevista de emprego.


1. O que faz esta empresa?
2. O plano de saúde da empresa engloba consultas psiquiátricas?
3. É casado?
4. Pode garantir que ainda estarei empregado no próximo ano?
5. O anúncio de emprego mencionava que o período de trabalho é aos fins de semana. Terei mesmo que trabalhar nesses dias?
6. Como pode determinar as minhas qualificações numa entrevista tão curta?
7. As pessoas reparam quando se entra tarde ou sai cedo da empresa?
8. O que lhe pareço como candidato?
9. Qual é o signo do presidente da empresa?
10. A empresa oferece estacionamento?
11. O que significa "o trabalhador pode ser recolocado em outras instalações ou em outra cidade?"
12. A empresa reembolsa o trabalhador do dinheiro que este gastou a tirar um MBA?
13. Como são os planos de aposentadoria na empresa?
14. Qual a probabilidade de ser promovido rapidamente?
15. De quanto é quanto tempo terei aumento?
16. Qual será o valor dos meus aumentos?
17. Qual o reembolso que terei para o automóvel?
18. Quais os extra-salariais que terei?
19. Terei sala própria?

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Dinâmicas de Grupo

As dinâmicas de grupo  são atividades com objetivo de descontrair, desarmar os candidatos a uma vaga em uma empresa, para que, então, o recrutador possa conhecer melhor os participantes.


Nas brincadeiras em uma dinâmica, as pessoas deixam transparecer suas características pessoais e, portanto, é possível saber quem é empreendedor, metódico, ágil ou criativo. Também se nota, com facilidade, quem tem dificuldade em trabalhar em equipe, o que não é interessante para os dias de hoje.
Não existe o melhor ou pior candidato no desenvolvimento de dinâmicas de grupo, e sim, aquele que tem o perfil mais adequado à vaga, analisado a partir de sua participação durante a atividade.
Nas dinâmicas de grupo, normalmente os candidatos enfrentam situações desafiadoras e precisam representá-las de diversas formas, como: fazer propagandas, dramatizações e se colocar publicamente. O candidato deve saber que tudo o que for feito será avaliado, e não deve se preocupar com os constragimentos nos grupos e sim com a vaga que irá ocupar.

Dicas para dinâmicas de grupo:

  • Controle sua ansiedade, manter a tranqüilidade ajuda em quase todas as situações;
  • Evite falar em excesso ou impedir que os outros também participem;
  • Vista-se discretamente, a apresentação pessoal é muito importante. São indicadas roupas confortáveis, uma vez que a tarefa pode exigir que o participante sente-se no chão. As mulheres devem evitar os decotes e as saias justas e curtas, e os homens, o jeans. Estes devem dar preferência às camisas de manga longa. Lembre-se que para cada lugar devemos vestir um tipo de roupa;
  • Seja claro e objetivo ao expor suas idéias. Caso peçam para listar suas qualidades e defeitos, faça-o de maneira equilibrada. Evite elogiar-se demais ou mentir;
  • Aja com naturalidade na dinâmica de grupo , os comentários preconceituosos e as ironias não caem bem;
  • Dormir bem nos dias que antecedem a dinâmica é essencial para que não se apresente aparência de cansaço ou abatimento;
  • Chegar ao local marcado 15 minutos antes do horário marcado;
  • Não se preocupar com os "vexames";
  • Ser o mais natural possível.
Seguindo todas essas dicas você terá a certeza de que está no caminho certo para se dar bem e conseguir o emprego.

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Seis conselhos para enfrentar uma entrevista de emprego

Sente-se nervoso cada vez que tem uma entrevista de emprego? Apesar de natural, este nervosismo pode ser controlado e, se conseguir, tudo correrá muito melhor. Nós daremos algumas dicas para enfrentar este momento.
 

1. Não dê nada por garantido nem assuma nenhum pressuposto. Ouça atentamente o seu interlocutor. Se alguma das perguntas que lhe for feita exigir mais do que uma simples resposta, esteja à vontade e reflita durante alguns segundos, em vez de responder impensadamente.
2. Não monopolize a conversa nem tente evitar responder a perguntas. Existem diversas maneiras sutis de assumir o controle sem hostilizar o entrevistador, ou dar início a um guerra pelo poder.
3. Assuma uma atitude positiva relativamente a tudo e todos. Não uma atitude de falso otimismo, mas não se queixe do seu emprego ser chato, da forma injusta com o seu chefe o trata ou da forma como os seus colegas e colaboradores se comportam. Mesmo um comentário negativo feito por acaso, poderá colocar o seu entrevistador de sobreaviso e preocupá-lo. Nessa situação, até poderá sentir-se tentado a explorar mais essa situação e descobrir uma razão para retirá-lo da "corrida". Ou até a sua própria atitude poderá provocar essa situação.
4. Não copie na totalidade a linguagem corporal do seu entrevistador. Poderá ser notado e parecer que está o imitando ou a agir de forma estranha. No entanto, poderá tentar adotar a postura global e, consequentemente, ficar mais confortável psicologicamente.
5. Não deixe que seja o entrevistador a ter todo o trabalho. Apóie as suas respostas com fatos. Não dê respostas de sim e não ou de uma palavra só. Poderá começar assim, mas a seguir continue com uma resposta mais completa.
6. A não ser que o entrevistador faça, evite questões tabú como salários e benefícios, já que isso fará parecer que só está interessado no pagamento ao fim do mês e não no emprego em si. Além disso, é do seu melhor interesse esperar até ao último momento para discutir esses assuntos. Nessa altura, já terá informação suficiente para calcular aproximadamente quanto vale esse cargo e qual o valor que poderá acrescentar a empresa.

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Questões que deve-se fazer em uma entrevista de emprego

É natural que seja o próprio entrevistador que controle todo o processo, mas é importante que o candidato saiba intervir com as perguntas certas, no momento certo. Demonstrar algum conhecimento e interesse sobre a atividade e posicionamento da empresa, é um ótimo passo para "marcar pontos" nesta fase do recrutamento e impressionar o seu entrevistador. Daremos alguns exemplos do que se pode perguntar.


Sobre a Empresa:

Quais os objetivos a curto e longo prazo da empresa?
Como é que a empresa se distingue das concorrentes?
Quais são os planos da empresa para crescer no futuro?
Quais problemas a empresa enfrenta neste momento?
Como descreveria a cultura empresarial e o ambiente de trabalho?

A empresa desenvolve planos de carreira?A empresa realiza algum tipo de atividade sócio-cultural ou de voluntariado?
A empresa costuma apostar na formação dos colaboradores?

Sobre a função:

Qual será a minha função dentro da empresa?
Que responsabilidades estão inerentes a esta função?
Quais os problemas e os desafios inerentes à função?
Qual o grau de autonomia e de responsabilidade da função?
Com quem vou trabalhar?
O trabalho será desenvolvido em equipe ou individualmente?
Poderia descrever-me um dia normal neste cargo?
Em qual departamento irei trabalhar? E quais são os planos para o futuro desse departamento?
Que tipo de relação existe entre esse departamento e os restantes departamentos da empresa? (no caso de ser uma grande empresa)
Quais as possibilidades de progressão na carreira profissional?

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As 12 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.
2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.
3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.
4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.
10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.
11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

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Dicas de Entrevista

Você tem um real interesse em mudar de emprego?

O headhunter entende que quando o candidato toma a decisão de avaliar o mercado, ele está à procura de uma oportunidade melhor, pois o seu emprego atual não atende às suas expectativas. É importante que você tenha certeza de seu interesse em uma eventual mudança de emprego antes de passar para etapas mais avançadas do processo seletivo. Uma vez que você avança nas fases do processo, o headhunter conclui que você está realmente interessado em sair do seu emprego.

Qual é o seu objetivo?

Antes de se inscrever em um processo seletivo, é importante que você esteja certo sobre o seu objetivo durante o processo. Se você quiser apenas testar a sua empregabilidade, não se candidate à vaga. O consultor da Robert Half terá prazer em passar informações sobre o mercado de trabalho, mesmo que não esteja trabalhando com você em nenhum processo seletivo naquele momento.

Confie no headhunter.

Seja transparente com o headhunter. O trabalho dele é representar os candidatos no mercado. Portanto, esteja certo de que ele tem interesse em encontrar as melhores oportunidades para os melhores profissionais. O consultor da Robert Half deve ser visto como um parceiro na construção e consolidação de sua carreira.

Conheça a consultoria de recrutamento.

Seja criterioso no momento de escolher uma consultoria de recrutamento, avaliando as oportunidades oferecidas, sua credibilidade no mercado e o profissionalismo dos headhunters. É importante ressaltar que na Robert Half o relacionamento comercial se dá apenas com a empresa contratante, o que significa que não há nenhum custo para o candidato.

Conheça a empresa contratante.

É importante também que você busque informações sobre a empresa contratante. Saber detalhes sobre o negócio da empresa será um diferencial no momento das entrevistas. Se, por exemplo, você estiver buscando uma oportunidade para a área financeira, pesquise os relatórios financeiros da empresa; se a vaga for para a área de engenharia, informe-se sobre a operação das fábricas e o sistema logístico da empresa.

Valorize seu relacionamento com o headhunter.

Manter contato com o headhunter pode trazer ótimas oportunidades para sua carreira. Por isso, quando receber um convite para uma entrevista, valorize essa oportunidade. Se você não estiver planejando uma mudança de emprego naquele momento, deixe isso claro, mas agende uma conversa com o headhunter para conhecer o mercado de trabalho e as oportunidades que estão sendo oferecidas e procure cultivar um relacionamento de longo prazo.

Detalhes são importantes.

Fique atento, pois há detalhes que podem deixar uma impressão boa ou ruim sobre você:

  • Planeje-se para chegar no horário marcado.
  • Cumprimente o entrevistador com um aperto de mão firme.
  • Mantenha contato visual com o entrevistador.
  • Não exagere no perfume.
  • Informe-se sobre o traje usual da empresa.
  • Não fale mal de seu atual ou antigo empregador.
  • Não revele informações confidenciais sobre a empresa na qual você trabalha ou trabalhou.
  • Seja sincero quanto ao motivo da sua saída do antigo emprego.
  • Se você tiver um real interesse em ocupar a vaga, mostre entusiasmo.


A entrevista é uma via de mão dupla.

Aproveite o momento da entrevista para fazer perguntas e tirar dúvidas sobre o cargo para o qual você está concorrendo. Fazendo isso, além de demonstrar interesse pela vaga, você entende melhor quais serão suas atribuições e responsabilidades no novo cargo e consegue ter mais certeza sobre a decisão de continuar no processo seletivo ou não.

Você está participando de mais de um processo seletivo ao mesmo tempo?

Seja sincero com o consultor da Robert Half, isso será valorizado. Analise os prós e os contras de cada cargo para o qual está concorrendo e reúna o máximo de informações sobre cada um deles. Esse exercício o ajudará a decidir o quanto antes sobre qual das oportunidades melhor atende às suas expectativas. Além disso, o consultor de recrutamento da Robert Half poderá ajudá-lo a tomar a melhor decisão, mesmo que os outros processos seletivos sejam conduzidos por outras consultorias.

Atenção ao mencionar informações sobre seu salário.

Certifique-se de que você está passando as informações corretas sobre sua remuneração, deixando claro se o valor informado refere-se ao salário ou à remuneração total, incluindo benefícios e bônus. Lembre-se de que a empresa pode solicitar algum documento a fim de comprovar as informações. Tenha o mesmo cuidado ao falar sobre a sua pretensão salarial.

Leve referências.

É comum que os headhunters peçam referências de pessoas com quem você já tenha trabalhado para saber mais sobre o seu perfil profissional. Por isso, é importante que você esteja sempre preparado para passar três ou mais contatos de pessoas com quem você já tenha se relacionado no âmbito profissional.

Passe um feedback para o consultor de recrutamento.

Não deixe de ligar para o consultor de recrutamento após cada entrevista com a empresa contratante. Seu feedback é muito importante, pois só dessa forma ele conseguirá entender a sua motivação com o processo e passar algumas dicas para as próximas etapas. Se você não conseguir um contato telefônico, um e-mail também é válido.

A proposta está dentro de suas expectativas?

No andamento de um processo seletivo, os candidatos com perfis mais adequados para a vaga são selecionados para as fases seguintes, restando cada vez menos concorrentes ao cargo. Por isso, é importante que você esteja consciente ao avançar no processo, fazendo-o apenas se a vaga realmente lhe interessar. No momento em que a empresa decide pela contratação de um dos profissionais e faz uma proposta que atende à sua pretensão financeira, há uma grande expectativa de que este candidato aceite a proposta. Algumas empresas negociam com o candidato um tempo para ele pensar, mas é importante lembrar que a empresa espera que o candidato finalista já tenha sua decisão tomada e não precise de muito tempo para responder.

O que fazer ao receber uma contraproposta?

Algumas empresas fazem contraproposta quando um funcionário pede demissão, oferecendo salário maior, cargo melhor e outros benefícios. Muitas vezes, a contraproposta é uma solução de curto prazo adotada pela empresa para prevenir os problemas que ela teria com a saída de uma pessoa do grupo. Ou seja, a motivação da empresa ao oferecer uma contraproposta não está ligada à valorização deste profissional. Ao aceitar a contraproposta, pode ser que você leve em conta apenas questões financeiras que, a longo prazo, não terão grande importância. Lembre-se dos motivos que o levaram a buscar uma nova oportunidade e fique atento para não perder a chance de trabalhar em uma nova empresa com políticas diferentes de promoção e de valorização dos empregados.

Mantenha a porta aberta com seu antigo empregador.

Mesmo que você esteja ansioso para começar a sua trajetória na nova empresa, lembre-se que você tem uma obrigação a cumprir com o seu antigo empregador. Procure terminar as suas tarefas, deixar seus materiais organizados e preparar alguém para assumir as suas atividades. Na maioria dos casos, um prazo de quinze dias deve ser suficiente para você, e adequado sob o ponto de vista da empresa contratante.

Mantenha contato.

Após o término do processo seletivo, mantenha contato com o headhunter. Se você for aprovado, você passará a fazer parte de nosso portfólio de clientes, e os consultores da Robert Half estarão à disposição para ajudá-lo em uma necessidade de contratação de profissionais.

Existem outras oportunidades.

Se você for reprovado, o contato com o consultor de recrutamento pode abrir as portas para novas oportunidades. É importante que ele entenda quais são as suas expectativas de carreira ao longo do tempo, para que ele possa ajudá-lo na procura por novas oportunidades. O seu currículo ficará em nosso banco de dados, podendo ser acessado por outros consultores que estejam trabalhando em processos adequados ao seu perfil. Além disso, sempre que identificar em nosso website oportunidades que estejam de acordo com o seu perfil, manifeste seu interesse, entrando em contato com o consultor da Robert Half.

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